Duterte já tinha dito anteriormente que aconselhou os seus homólogos indonésios e malaios a fazerem explodir os militantes que sequestram marinheiros nas águas onde os três países convergem e a trazer os reféns para o sul das Filipinas. O Presidente disse ter dado as mesmas ordens às forças filipinas.

O chefe de Estado Filipino disse à marinha e guarda costeira que “se houver raptores e estiverem a tentar fugir, bombardeiem-nos a todos”.

“Falam de ‘reféns’. Desculpem, (são) danos colaterais”, afirmou num discurso para empresários em Davao.

Segundo Duterte, tal abordagem vai permitir que o Governo acerte contas com os militantes que pedem resgates. “Não podem ganhar pontos pela sua má conduta. Vou mesmo rebentar com vocês”, disse.

O seu conselho para potenciais vítimas? “Na verdade, não se deixam sequestrar”.

Os comentários de Duterte surgem perante as dificuldades do seu país, juntamente com a Malásia e a Indonésia, de travar uma série de raptos levados a cabo por grupos extremistas como o Abu Sayyaf.

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