A estrada tinha sido cortada ao final da tarde de terça-feira devido aos fumos tóxicos e ao perigo de explosão de equipamento industrial (botijas de acetileno), depois de uma vistoria ao local por uma equipa especializada dos Bombeiros Sapadores de Coimbra.

Durante a operação de rescaldo, que decorreu sob chuva forte, foram usadas máquinas retroescavadoras para remover matéria-prima altamente inflamável (plásticos), "cascalha" (casca de pinheiros) e material orgânico de uma das sete fábricas devastadas pelo incêndio de domingo.

O acesso à autoestrada A17 foi também reaberto na rotunda do Seixo de Mira. "Ficou somente interdito o acesso à zona industrial de Mira", explica o Comando territorial de Coimbra da GNR.

O posto móvel da Proteção Civil Municipal de Mira foi também retirado das imediações da zona industrial, agora que "estão asseguradas todas as condições de segurança para as populações", disse à Lusa o presidente da Câmara, Raul Almeida, que viu 70 por cento do território do seu concelho afetado pelos incêndios.

A EN109 é uma das mais movimentadas do país no troço Aveiro-Leiria, cruzando o centro da cidade de Ílhavo e das vilas de Vagos e Mira.

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