Durante uma visita esta manhã à BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa, Rui Rio foi questionado pelos jornalistas sobre a data da reunião com o grupo parlamentar do PSD, que tem uma nova direção, presidida por Fernando Negrão.

"Agora, numa primeira oportunidade. Vai ser eleita a direção toda, penso que hoje ou amanhã e depois a partir da próxima semana então irei lá", respondeu, dizendo apenas que é provável que o encontro aconteça já na próxima semana.

Questionado se não considerava importante estar hoje na primeira reunião do grupo parlamentar depois da eleição de Fernando Negrão como líder, Rui Rio atirou: "se achasse que era importante estar lá hoje, estaria. Se não estou?".

Sobre a ideia, que tinha defendido após o encontro do início da semana com o Presidente da República, de que contava com todos os deputados, o presidente do PSD insistiu que conta com os 89 parlamentares, mas ressalvou que "se houver alguns que não quiserem colaborar", não os pode obrigar.

Interrogado se esses deputados devem renunciar ao mandato, Rio foi perentório: "a consciência deles é que dirá".

"Também depende da forma como eles estão contra, se estiverem contra. Podem estar um bocadinho contra ou muito contra, digamos assim. Eu também fui deputado e não tive de estar sempre de acordo com tudo, tudo, tudo do grupo parlamentar fez", admitiu.

Acompanhado na visita por deputados como Pedro Pinto - líder da distrital do PSD/Lisboa apoiante de Santana Lopes nas eleições internas - o presidente do PSD respondeu aos jornalistas que o machado de guerra está enterrado desde o congresso, recordando que próprio Fernando Negrão não o apoiou.

Rui Rio notou ainda que a turbulência de que falou quando foi à sede do PSD depois de ganhar eleições diretas de 13 de janeiro "está a atenuar".

Durante a BTL engraxou os sapatos no stand do Turismo Porto e Norte de Portugal para assim "levar os sapatos direitinhos para almoçar com a doutora Assunção Cristas", mas sobre esse encontro de hoje não quis antecipar nada aos jornalistas.

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