O porta-voz do ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, disse que a equipa de peritos da Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAC) “terminou a sua missão” destinada a esclarecer o suposto ataque de 07 de abril nesta cidade então ainda controlada por milícias rebeldes que combatiam as forças de Damasco.

O envio da equipa internacional para Douma registou diversos atrasos, justificados com razões de segurança. O alegado ataque químico causou pelo menos 40 mortos, segundo equipas de socorro.

A OPAC, com sede na Holanda, deverá elaborar um relatório baseados nas investigações promovidas no terreno, mas não está mandatada para atribuir responsabilidades.

A porta-voz do ministério russo dos Negócios Estrangeiros, Maria Zakharova, disse que os inspetores recolheram amostras num laboratório e num depósito.

As potências ocidentais acusaram o Governo sírio, apoiado pela Rússia, de ter utilizado gás químico em Douma. Em resposta, os Estados Unidos, França e Reino Unido bombardearam instalações governamentais onde supostamente se produziam e armazenavam armas químicas, uma alegação firmemente desmentida por Damasco, e por Moscovo.

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