Salvini referia-se às organizações não-governamentais Mediterranea, Sea-Watch e Spanish Open Arms, que instalaram os seus três navios no centro do Mediterrâneo para salvar as vidas dos imigrantes e garantir que os direitos humanos são cumpridos.

“Podem ir onde quer que os amigos das ONG queiram, mas não chegam à Itália”, disse Salvini, que desde o início do seu mandato proibiu os imigrantes de desembarcar em portos italianos.

Salvini desejou, ironicamente, uma “boa viagem” a estes navios e assegurou que “desta maneira as travessias (de imigrantes) são encorajadas”, frisando que “é evidente que, quando os navios retornam, deliberadamente ou involuntariamente ajudam os traficantes e estes voltam a fazer o seu trabalho”.

O ministro italiano e líder da Liga, de extrema direita, sublinhou que no ano passado 117 mil pessoas chegaram à costa italiana e que agora “o número parou em 23 mil″.

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