“A relação da Venezuela com a OPEP foi reforçada, graças ao trabalho conjunto entre o Presidente Nicolás Maduro e o secretário-geral da organização, Mohammad Barkindo”, indicou, na sexta-feira, o Ministério do Poder Popular do Petróleo venezuelano, em comunicado.

A visita ao país e um dos cinco membros fundadores da OPEP, iniciada na sexta-feira à noite, tem ainda “como objetivo agradecer ao Presidente Nicolás Maduro, ao Governo bolivariano e ao povo venezuelano, todo o apoio dado durante os dois períodos de gestão (2016-2019 e 2019-2022)” de Mohammad Barkindo, acrescentou a mesma nota.

Também o vice-presidente de Economia da Venezuela, Tareck El Aissami, sublinhou, numa mensagem difundida nas redes sociais, que “a coesão e a sabedoria acumuladas em 61 anos de história permitem afirmar que a OPEP está na vanguarda do novo começo económico, uma vez superada a pandemia” da covid-19.

Horas antes da chegada de Barkindo a Caracas, El Aissami anunciou que a empresa estatal Petróleos da Venezuela SA (PDVSA) iniciou um processo de recuperação, nas áreas de petroquímica, petróleo e gás, destacando a capacidade da PDVSA para adequar-se a novos métodos operacionais e trabalho.

A imprensa venezuelana noticiou que a produção petrolífera na Venezuela caiu 7,6% em março, comparativamente a igual período anterior, passando de 788.000 barris por dia (bpd) para 728.000 bpd.

De acordo com a OPEP, a Venezuela registou uma produção média de 756.000 bpd no primeiro trimestre de 2022, inferior aos 817.000 bpd produzidos nos últimos quatro meses de 2021.

Em março, Maduro anunciou que a Venezuela tinha estabelecido a meta de produzir dois milhões bpd até finais de 2022.

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