“Bruxas”, “demónios”, “figuras do além” ou “duendes” rumam esta noite para a “capital do misticismo”, um evento que se assinala desde 2002 e se tornou numa das maiores festas de rua do país.

Este ano o calendário “deu” duas sextas-feiras 13 e o município preparou para a primeira uma “festa de arromba” para “aquecer os milhares de visitantes esperados”. A segunda celebra-se em outubro.

“Este evento tem um significado enorme em termos económicos. Tudo isto mexe com a economia local, desde a hotelaria, restauração ou comércio”, salientou o presidente da Câmara de Montalegre, Orlando Alves.

O autarca referiu que o “município investe cerca de 150 mil euros na organização do evento” e frisou que “o retorno é incomensuravelmente maior”.

A festa em Montalegre arranca às 13:13 e o ponto alto continua a ser protagonizado pelo padre António Fontes, a quem cabe fazer a tradicional queimada, uma bebida feita à base de aguardente, limão, maçã, canela e açúcar e que “esconjura todos os males”.

A sexta-feira 13 é uma das bandeiras de Montalegre e é, segundo a autarquia, “um peso pesado” na promoção deste município do distrito de Vila Real.

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