A greve teve início em 13 de dezembro passado e devia terminar hoje, mas foi prolongada até 18 de fevereiro, disse à Lusa o presidente do STEC, Pedro Messias.

Em causa está a exigência de pagamento de todo o trabalho suplementar e que a CGD cumpra a promessa de ter relógio de ponto eletrónico nas agências (tal como já acontece nos serviços centrais), o que, segundo Pedro Messias, o banco tinha dito que aconteceria no início de janeiro e ainda não está cumprido.

O objetivo é tornar mais fiável a contabilidade das horas extraordinárias feitas pelos trabalhadores e, logo, o seu pagamento.

Quanto à adesão à greve, o STEC não dá dados e Pedro Messias afirma que é complicado desde logo para funcionários com isenção de horário, mas aponta que cada vez mais lhe chegam relatos de trabalhadores a dizer que cumprem o seu horário.

Em dezembro, o STEC disse, em comunicado, que “os trabalhadores da CGD não estão dispostos a abdicar do seu direito à saúde e à conciliação da vida pessoal, familiar e profissional” e que “não aceitam a contínua degradação dos seus interesses e da sua dignidade”.

Os funcionários do banco público “são diariamente explorados, acumulando o trabalho de dois e três trabalhadores, sem horário de saída, sem descanso, sem perspetivas, realizando anualmente milhares de horas extra não pagas”, acrescenta.

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