Num comunicado conjunto, os nove sindicatos, que se reuniram hoje em Lisboa, além de anunciarem o pedido de reunião com a administração, tecem várias críticas às políticas que estão a ser seguidas pela empresa.

Afirmando que “os trabalhadores não estão em saldo e exigem respeito”, os sindicatos dizem que os trabalhadores “continuam a financiar a companhia”.

Os sindicatos, que representam “a esmagadora maioria dos trabalhadores” do grupo TAP, lembram que no Plano de Reestruturação todos os trabalhadores viram “os seus salários drasticamente reduzidos”.

Mas recordam também palavras da administração de que a TAP “está a caminho de atingir este verão 90% da sua operação de 2019, algo previsto pelo Governo apenas em 2024”.

Dizem os sindicatos que o Plano de Reestruturação foi justificado pela emergência da pandemia de covid-19, que os acordos temporários com os trabalhadores devem ser “adaptados à realidade” e que “os trabalhadores da TAP continuam a financiar a companhia numa altura em que a empresa atinge índices operacionais muito positivos, com níveis pré-pandemia” de covid-19.

“Ao mesmo tempo, a administração mantém injustificadamente em curso um processo de reestruturação, completamente desajustado da realidade, com graves prejuízos para os trabalhadores”, acusam os sindicatos.

Entre os nove sindicatos que assinam o documento estão o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Aviação Civil (SINTAC), Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA), Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) e Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC).

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