"O Governo da Síria anunciou hoje a sua intenção de juntar-se ao Acordo de Paris", disse, citado pela agência France Presse um porta-voz da Convenção Quadro das Nações Unidas para o clima, em Bona, onde decorre a 23.ª conferência sobre alterações climáticas (COP23) até 17 de novembro.

"Disseram que iriam juntar-se ao Acordo de Paris", indicou também a diretora da organização não-governamental (ONG) IndyAct, evocando a declaração de um delegado sírio, perante os restantes negociadores.

O representante sírio "indicou que uma lei tinha sido adotada [pelo seu país] com vista a ratificar o Acordo de Paris", referiu Cynthia Elliott, do 'think tank' norte-americano WRI, que tem o estatuto de observador da negociação.

"Salientaram que todos os países têm uma responsabilidade, mas também evocaram a sua intenção de consagrar-se às suas prioridades nacionais, nomeadamente a reconstrução depois da guerra", acrescentou.

"Isto significa que os EUA estão isolados", referiu Alden Meyer, especialista do 'think tank' norte-americano Union of Concerned Scientists.

"Acerca deste tema do clima, ninguém quer ser companhia de Donald Trump, que está num esplendido isolamento", adiantou.

Um junho, o Presidente Donald Trump anunciou a sua decisão de retirar os Estados Unidos do Acordo de Paris, conseguido em dezembro de 2015 e que entrou em vigor a 04 de novembro de 2016.

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