De acordo com o porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, foram iniciadas “investigações técnicas (no final do dia) por causa de um volume anormal de tentativa de acesso ao site” do Vaticano.

Ao longo do dia, vários sites oficiais ficaram offline por várias horas incluindo o domínio Vatican.va, que ainda estava inacessível ao princípio da noite desta quarta-feira.

Este alegado ataque informático teve lugar um dia depois de as autoridades russas terem expressado "indignação" com as recentes declarações do pontífice, em que qualificou de "cruéis" as minorias étnicas russas que participam na guerra da Ucrânia.

"Geralmente os mais cruéis são talvez os povos que são da Rússia, mas não são da tradição russa, como os chechenos, os buryati, etc", disse Francisco numa entrevista que deu para "America", uma publicação jesuíta norte-americana.

No Twitter, o embaixador ucraniano acusou a Rússia. "Os hackers russos atacaram hoje as páginas do Estado do Vaticano", garantiu Andrei Yurash. O suposto ciberataque era "uma resposta às últimas declarações" do papa, declarou. “Muitas das páginas da Cúria Romana ficaram inacessíveis”, pode ler-se no tuite escrito em inglês.

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