“Os projetos foram tantos e em tantos domínios”, afirmou na sexta-feira à noite no debate "Conversas da República", promovido pelo PS/Vila Nova de Famalicão.

"Quando ouço alguns falarem de política, o que recordo é que a política é sempre ação, é fazer coisas, é construir, não havendo político que não tenha imaginação”, acrescentou.

José Sócrates explicou que a diferença entre um sociólogo e um político é que o sociólogo olha para a realidade para a descrever e explicar e o político com o intuito de a melhorar e ir mais além.

O antigo governante referiu ainda que “tem ouvido para aí umas coisas” quanto à sua ligação ao PS, realçando que “nunca” deixará de responder a convites por parte do partido.

“Nunca me conseguiram afastar do coração dos militantes do PS”, considerou.

O ex-primeiro-ministro abordou ainda a temática dos refugiados dizendo que a Europa tem dado um “espetáculo lamentável” ao não receber as pessoas que fogem à guerra e que têm o direito de ser acolhidas.

Classificando a postura da Europa como “deveras preocupante”, José Sócrates salientou que é importante que ela olhe para si própria e volte a ser a Europa dos valores.

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