Tiago Brandão Rodrigues sublinhou - em declarações à margem do lançamento do livro “Contas de Cabeça” na Cidade do Futebol, em Oeiras - a vida e obra do físico britânico, que ensinou aos seus contemporâneos e às gerações futuras “que é possível deixar marcas independentemente das vicissitudes da vida”.

O ministro da Educação lembrou os seus tempos na universidade de Cambridge, no Reino Unido, onde teve a oportunidade de conhecer Hawking, que sofria da doença degenerativa Esclerose Lateral Amiotrófica desde os 21 anos e morreu hoje com 76 anos.

“Brincava muito com a sua voz sintética, com o seu sotaque, e também falava muito de futebol”, recordou, acrescentando que as mensagens do físico foram importantes não só para ciência como para toda a sociedade.

Brandão Rodrigues mencionou ainda os "importantes" avisos de Stephen Hawking na passada edição da Web Summit em Lisboa, onde deixou "mensagens claras relativamente à sustentabilidade ambiental, à forma como temos de lidar com a tecnologia e, sobretudo, à forma como as novas gerações vão ter de enfrentar as tais vicissitudes múltiplas dos ecrãs”.

“Tivemos muita sorte em ser seus contemporâneos, mas irá certamente continuar a influenciar gerações futuras”, concluiu o ministro da Educação.

Stephen Hawking destacou-se na área da física teórica, trabalhando sobre a teoria geral da relatividade de Albert Einstein e postulando que os buracos negros emitem radiação, e na física quântica, com trabalhos sobre a procura de uma unificação da teoria geral da relatividade com os princípios da mecânica quântica, a chamada 'teoria de tudo'.

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