Alberto formou-se a 90 quilómetros a sul de Cozumel, na península mexicana de Yucatán, e viaja para o norte com ventos de 65 km/h, segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC), com sede em Miami.

Espera-se que Alberto, uma tempestade que se formou antes do início oficial da temporada — a 1 de junho —, cause ao longo do fim de semana fortes chuvas em Yucatán, assim como a oeste de Cuba e da Flórida, e, mais à frente, a sul dos estados de Louisiana, Alabama e Mississippi.

O México emitiu um alerta de tempestade tropical para a sua costa leste, de Tulum a Cabo Catoche, enquanto Cuba fez o mesmo na sua província ocidental de Pinar del Río, acrescentou o comunicado.

Para o fim de semana, são esperadas chuvas de 250 a 380 milímetros nestas regiões e até 300 milímetros nos Keys do sul da Flórida e na parte sudoeste deste estado.

No seu aguardado anúncio anual de previsão de furacões, a Associação Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) americana declarou na quinta-feira que haverá entre 10 a 16 tempestades com nome este ano, sendo Alberto a primeira delas. Destas, de cinco a nove podem tornar-se furacões.

Deles, entre um e quatro têm a possibilidade de superar a categoria 3 — com ventos de mais de 180 km/h —, numa escala máxima de 5.

Entre agosto e setembro de 2017, três grandes furacões — Harvey, Irma e María —, atingiram a região quase consecutivamente, matando centenas de pessoas e causando danos de milhões de dólares nas Caraíbas e no sudeste dos Estados Unidos.

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