O dirigente em causa é o jordano Abu Bakr al-Gharib, de seu verdadeiro nome Muhammad Khadir Musa Ramadan, responsável pela supervisão dos vídeos de execuções da organização ‘jihadista’.

“Supervisiona a organização, coordenação e produção dos numerosos vídeos e publicações de propaganda que incluem cenas de tortura e de execuções brutais e cruéis de civis inocentes”, indicou, em comunicado, o Departamento de Estado.

Os vídeos de propaganda, nomeadamente os que mostram decapitações, têm aterrorizado a comunidade internacional e permitem ao grupo jihadista atrair novos recrutas vindos de todo o mundo.

Em outubro de 2019, na Síria, as forças especiais norte-americanas abateram o autoproclamado “califa” do grupo extremista, Abu Bakr al-Baghdadi.

A organização já não conta com qualquer bastião na Síria e no Iraque e alguns dos seus membros continuam a reivindicar a realização de várias operações terroristas, nomeadamente no Afeganistão e na África Subsaariana.