O Tribunal Distrital de Tóquio informou ter aceitado o pedido dos procuradores do Ministério Público para manter até 11 de janeiro, de forma a encontrarem mais provas para uma nova acusação.

Os promotores consideram que precisam de mais tempo para decidirem se vão acusar, ou não, Carlos Ghosn, de uma suposta violação de confiança agravada que terá resultado em perdas de 1,85 mil milhões de ienes (14,5 milhões de euros) em 2008 à Nissan.

Ghosn juntamente com outro executivo, Greg Kelly, foi detido a 19 de Novembro.

As duas acusações anteriores apontavam para a tentativa de Ghosn em esconder rendimentos das autoridades que negociou com a Nissan Motor a partir de 2011 e que, segundo a imprensa local, esperava receber assim que deixasse as suas funções à frente da empresa japonesa.

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