No início de uma reunião bilateral com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, antes da cimeira do G7 na cidade italiana de Taormina, Trump disse aos jornalistas que a Coreia do Norte "é um grande problema, um problema do mundo", que, afirmou, "será resolvido em algum momento".

O Presidente norte-americano insistiu em deixar aberta a porta a uma ação militar na Coreia do Norte, mas disse preferir uma solução diplomática com Pyongyang, manifestando confiança na mediação do presidente chinês, Xi Jinping, para acalmar as tensões.

No início de maio, Trump chegou a mostrar-se disposto a reunir-se com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, "sob as circunstâncias adequadas", embora o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, tenha depois acrescentado que não estão reunidas atualmente as condições necessárias para esse encontro.

Numa recente conversa telefónica com o Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, Trump chamou "louco com bombas nucleares" ao líder norte-coreano, segundo uma transcrição da chamada obtida pelo "The Washington Post".

Durante a conversa, Trump pediu a Duterte a sua opinião sobre o comportamento de Kim Jong-un para saber se o líder norte-coreano está "estável ou não" e exprimiu alguma satisfação com o fracasso dos ensaios com mísseis balísticos lançados por Pyongyang.

A ameaça norte-coreana é um dos temas em destaque na reunião do G7, que reúne a partir de hoje os líderes dos países mais industrializados do planeta.

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