Trump começou com uma hora de atraso a sua primeira intervenção pública desde que deixou a Casa Branca, a 20 de janeiro. No discurso de encerramento da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, sigla em inglês), em Orlando, Florida, o ex-Presidente assegurou que não ia formar um novo partido, apelando à unidade no Partido Republicano.

"Vou continuar a lutar ao vosso lado. Temos o Partido Republicano e vai ser forte e unido como nunca antes. Não vou lançar um novo partido, isso foi uma notícia falsa", sublinhou.

Reiterando que a sua "jornada", que começou há quatro anos, está apenas a começar, sugeriu que "talvez" voltasse em 2024 para derrotar "novamente" os democratas, sugerindo mais uma vez ter sido alvo de fraude eleitoral.

"Na realidade, como sabem, acabam de perder a Casa Branca (...), mas quem sabe, quem sabe... posso decidir vencê-los pela terceira vez", reiterou, afirmando ainda que "não importa que os poderosos interesses" os queiram "silenciar" e que não há dúvidas de que serão "vitoriosos e a América será mais forte e maior do que nunca".

No seu discurso, Donald Trump teceu ainda várias críticas à administração de Joe Biden, nomeadamente a sua política sobre imigração, e afirmou que este foi o primeiro pior mês da história moderna.

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