Em Cesme, frente à ilha grega de Quios, um local ao qual tentam chegar inúmeros migrantes, foram iniciadas as obras de um desses centros, segundo o presidente desta localidade turística na província de Esmirna. As autoridades turcas enfatizam que estes centros não são acampamentos de refugiados e sim locais de onde, uma vez registados, serão enviados para as verdadeiras instalações de acolhimento o quanto antes. "Quando forem registados, serão examinados por um médico e enviados para os campos de acolhimento", declarou o presidente da câmara, Muhittin Dalgic, à agência Anatolia.

Nos complexos turísticos da região, já se sente o temor de que uma chegada repentina de migrantes provoque uma reação hostil da população e uma diminuição do turismo. Autoridades locais de Dikili, também na província de Esmirna, no Mar Egeu, diante da ilha grega de Lesbos, também indicaram que um centro de admissão de migrantes expulsos da Grécia está em preparação. 

O controverso acordo prevê que a Turquia acolha novamente os migrantes expulsos da Grécia. Também prevê que, para cada sírio expulso para a Turquia, a UE aceite um dos 2,7 milhões de refugiados desta nacionalidade que se encontram em território turco.

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