"A decisão (...) de adotar um conjunto adicional de sanções restritivas contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC) é mais uma prova da unidade da comunidade internacional ao abordar os programas nuclear, de armas de destruição maciça e mísseis balísticos da RPDC", considerou, em comunicado, a porta-voz da chefe da diplomacia comunitária, Federica Mogherini.

A porta-voz acrescentou que aqueles programas norte-coreanos representam "uma grave ameaça" para a paz e a segurança internacionais e que os Estados-membros da UE continuam a considerar a possibilidade de aprovar mais sanções por sua conta, precisando que é "provável" a adoção de novas medidas no início de 2018.

Bruxelas insistiu que as sanções comunitárias e da ONU mostram que Pyongyang deve envolver-se num diálogo "credível e significativo" com a comunidade internacional e pediu ao regime norte-coreano para abandonar os seus programas nuclear, de mísseis balísticos e de armas de destruição maciça "de forma completa, verificável e irreversível".

O Conselho de Segurança da ONU impôs na sexta-feira, por unanimidade, novas sanções à Coreia do Norte em resposta ao ensaio, no final de novembro, de um míssil balístico intercontinental que poderá atingir território dos Estados Unidos.

Os 15 Estados-membros do Conselho de Segurança aprovaram por unanimidade uma resolução proposta pelos Estados Unidos, que endurece as amplas sanções internacionais contra o regime de Kim Jong-un.

As novas sanções incluem sérias restrições ao envio de produtos petrolíferos para Pyongyang e a repatriação dos norte-coreanos que trabalham no estrangeiro, e cujos rendimentos beneficiam o Governo do país.

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