Num projeto de relatório para o Comité do Património Mundial publicado em Paris sobre o estado de conservação dos imóveis classificados, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) afirma que “a mudança climática continua a ser a ameaça mais significativa para o futuro” do coral com 2.300 quilómetros de extensão.

“Recomenda-se que o comité expresse a sua séria preocupação com o branqueamento e a mortalidade que ocorreram no coral” nos dois verões anteriores.

A UNESCO também criticou o Governo australiano, considerando que “o progresso no sentido de melhorar a qualidade da água tem sido lento”.

A agência recomenda que a Austrália seja referida no relatório final para que “acelere os esforços para atingir os objetivos de qualidade” num plano de conservação.

O Governo planeia melhorar a qualidade da água reduzindo o escoamento agrícola de fertilizantes e pesticidas e o número de árvores ao longo da costa do estado de Queensland.

Um estudo publicado na revista Nature, em março, revelou que 91% do recife tinha sido branqueado pelo menos uma vez durante os últimos três eventos que se registaram nas últimas duas décadas, o mais grave no ano passado.

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