“A Santa Sé tomou nota da decisão emitida pelas autoridades judiciais na Austrália a respeito de Sua Eminência, o cardeal George Pell. No ano passado, o Santo Padre concedeu ao cardeal Pell uma licença para que se pudesse defender das acusações. A licença ainda está em vigor”, refere o Vaticano numa nota publicada no seu 'site'.

Um tribunal de Melbourne decidiu hoje que o cardeal George Pell, considerado o “número três" do Vaticano, vai ser julgado por um antigo caso de agressão sexual.

A juíza Belinda Wallington afirmou "estar satisfeita" por existirem provas suficientemente fortes para que Pell seja julgado por júri em pelo menos uma acusação. Mas a juíza acabou por rejeitar outras acusações no final da audiência preliminar.

Quando a juíza perguntou ao cardeal, um dos mais próximos conselheiros do papa Francisco, como se declarava, Pell afirmou. "Não culpado".

Em junho do ano passado, George Pell pediu ao Vaticano uma licença das funções de ministro das Finanças do Vaticano para se defender das acusações, licença que foi concedida pelo papa.

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