Segundo Ibrahim Mohamed, um representante policial que falou à agência de notícias France-Presse, há também mais de 40 feridos e entre as vítimas há civis e membros das forças de segurança.

No sábado, a televisão somali Universal TV, sediada em londres, confirmou que três dos seus colaboradores tinham morrido no atentado.

O Presidente da Somália, Mohamed Adbullahi Mohamed, lamentou em comunicado este “ataque cobarde”.

“Continuaremos a impor derrotas aos terroristas para levar o povo somali à estabilidade e à prosperidade”, afirmou.

Entretanto, o primeiro-ministro, Hassam Ali Khaire, visitou os doentes que estão internados em hospitais.

No sábado, um primeiro carro-bomba explodiu num posto de controlo próximo do Teatro Nacional, localizado a cerca de 500 metros do palácio presidencial.

Alguns minutos depois, uma segunda explosão de um carro-bomba – mais forte, segundo testemunhas – atingiu um cruzamento próximo.

O duplo ataque foi reivindicado pelos islamitas ‘shebab’, afiliados da Al Qaida, que indicaram em comunicado visar “um ponto de controlo de segurança de proteção ao palácio presidencial”.

Os ‘shebab’ perderam os seus principais bastiões na Somália, mas controlam ainda vastas zonas rurais, onde preparam operações de guerrilha e atentados-suicida.

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Lusa/fim

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