O campeão do mundo sai de Portimão, da primeira etapa do Mundial de motociclismo de velocidade, destacado na frente do campeonato, na qual venceu a corrida sprint, uma novidade deste ano, e a corrida principal de MotoGP.

“Estou feliz. Trabalhámos tão bem na pré-temporada, que estava tudo preparado para a corrida. A corrida foi muito mais rápida, os pneus não estavam perfeitos, mas felizmente correu tudo bem”, referiu.

Em conferência de imprensa, Pecco Bagnaia assumiu que, quando arrancou para a corrida, não pensou em fazer uma afirmação de que era o melhor piloto.

“Claro que quero ganhar para ser de novo campeão, mas sei que vai ser difícil com os pilotos da Aprilia e os outros da Ducati. Vai ser difícil, temos de continuar a trabalhar para continuarmos a ser competitivos”, assumiu.

Apesar de ter liderado a corrida praticamente desde início, Bagnaia admitiu que não foi fácil vencer hoje em Portimão, em especial devido aos pneus, muito desgastados no final, revelando que o festejo à Cristiano Ronaldo foi um tributo aos portugueses que o apoiaram nas bancadas.

Na segunda posição ficou o espanhol Maverick Viñales (Aprilia), que assumiu que em “alguns pontos” da corrida ainda pensou que poderia passar Bagnaia, mas garantiu estar “muito orgulhoso” da equipa e do trabalho que foi feito.

“Temos de continuar a trabalhar. A moto é competitiva, mas não podemos parar. Passo a passo temos de lutar pelo título. Temos de conseguir dar luta à Ducati”, referiu.

O italiano Marco Bezzecchi (Ducati) mostrou-se “muito feliz”, pois “é sempre bom ter bons resultados”.

“Não estava à espera. É uma pista em que não consigo ser muito rápido. A corrida foi fantástica. Ainda tentei apanhar o Maverick, mas ele estava mais rápido”, disse.

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