“O futebol feminino está em grande expansão e merece o mesmo tratamento que o masculino”, resumiu Pascal Ferré, em declarações à agência noticiosa norte-americana, adiantando que o anúncio oficial será feito na edição de terça-feira da revista.

Ferré lembrou que “mais de 760 milhões de telespetadores assistiram aos jogos do Mundial feminino”, em 2015, explicando que o júri não será constituído pelas mesmas pessoas que votarão no prémio masculino, que português Cristiano Ronaldo recebeu em 2008, 2013, 2014, 2016 e 2017.

A lista das 15 jogadoras que poderão conquistar a edição inaugural da Bola de Ouro - com base na votação de “cerca de 40 jornalistas de países onde a modalidade está em forte crescimento - será divulgada em 08 de outubro, em conjunto com os 30 nomeados no setor masculino.

Entre 1956 e 1994, a Bola de Ouro era atribuída apenas a jogadores europeus que representassem clubes europeus, mas, a partir de 1995, a distinção da publicação francesa foi alargada a todos os futebolistas que jogam na Europa e, desde 2007, passou a ter amplitude planetária, sem qualquer restrição.

Em 2010, a France Football e a FIFA juntaram-se para criar a Bola de Ouro FIFA, que foi atribuída em conjunto entre 2010 e 2015, altura em que o prémio voltou a ficar, de novo, sob a égide exclusiva da revista francesa.

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