“Depois de em 2019 ter conquistado a vaga para os Jogos Olímpicos em K1 1000, veio, a 99 dias do início do maior evento desportivo do planeta, a confirmação por parte da federação que essa vaga é minha/nossa. Seguimos juntos com passos firmes rumo a Tóquio”, escreveu Pimenta, nas redes sociais.

O canoísta limiano não teve rivais dispostos a disputar-lhe o lugar no K1 1000 na prova seletiva de 23 de abril, no Centro de Alto Rendimento de Montemor-o-Velho, e que vai definir as tripulações que vão competir no Japão, pelo que o seu lugar está garantido.

Já Teresa Portela, vai ter quatro rivais a desejar a vaga que assegurou para o K1 200, entre as quais Francisca Laia e Joana Vasconcelos: se Teresa vencer, fica imediatamente com o lugar, porém, caso tal não aconteça, o ‘tira-teimas’ será na Taça do Mundo da Hungria, entre 14 e 16 de maio.

Emanuel Silva, João Ribeiro, David Varela e Messias Baptista devem manter o K4 500, com regras distintas.

Em Szeged, Hungria, capital da canoagem mundial, em 12 e 13 de maio, Portugal vai tentar apurar mais elementos para os Jogos, nomeadamente em K1 500 femininos e a C2 1000 masculina, que têm obtido resultados promissores.

Os K1 200 e K2 1000 masculinos e K2 500 femininos completam o lote de possíveis apostas da seleção para a Hungria, sempre dependentes do nível internacional dos tempos que apresentarem em competição, fixados no plano de alto rendimento da federação.

Terminada a qualificação para Tóquio2020, no dia seguinte começa na pista magiar o único grande teste dos canoístas internacionais antes dos Jogos Olímpicos, na Taça do Mundo.

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