“Com a situação pandémica a agravar-se de forma particularmente intensa neste início de ano, o Governo será forçado a adotar, ao que tudo indica, novo período de confinamento geral. É nossa firme convicção que o futebol profissional, pela forma exemplar como se tem posicionado nas variadas etapas de combate à pandemia, vai prosseguir a sua atividade”, escreveu o dirigente nas redes sociais.

Para ilustrar a segurança do futebol profissional, Pedro Proença recorda que, até final de dezembro, a LPFP já realizou “33 mil testes”, nomeadamente “26 mil PCR e sete mil de antigénio”, confiando, por isso, que estes “impressionantes números” sejam tidos em conta pela tutela na hora de anunciar as medidas restritivas.

O dirigente, que anunciou uma nova atualização de números nos próximos dias, entende que “ninguém pode ficar indiferente” a este registo.

“Os clubes, assim como os jogadores e demais agentes desportivos, com o mesmo sentido de responsabilidade social evidenciado ao longo de todo o processo, continuarão em campo, com todas as precauções tidas como essenciais pelas entidades competentes”, prometeu.

Devido à pandemia, em Portugal, o futebol parou em 12 de março de 2020 e só voltou à normalidade, sempre sem público, no início de junho.

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