Loeb irá correr com o apoio da Red Bull, que suporta financeiramente o projeto.

É a confirmação de um novo projeto do piloto de 44 anos, que tinha contrato com a Peugeot para o Dakar e Mundial de Ralicrosse. No entanto, a marca gaulesa anunciou a retirada da presença oficial nos dois projetos.

O piloto da Alsácia, que no domingo venceu o rali da Catalunha, do Campeonato do Mundo da especialidade, ao qual pondera voltar de forma esporádica, vai tentar uma façanha que não se repete desde 2000, ano em que o também francês Jean Louis Schlesser venceu a prova ao volante de um carro privado, no caso um buggy construído pelo próprio.

“Todos serão rivais importantes. Haverá vários candidatos à vitória e esperamos ser um deles”, frisou Loeb, nove vezes campeão mundial de ralis.

Esta será a quarta participação do francês na prova que em 2009 se transferiu de África para a América do Sul. O melhor resultado foi conseguido em 2017, ano em que terminou na segunda posição.

E será com o carro usado nessa edição que Sébastien Loeb e o navegador Daniel Elena estarão no Dakar2019.

"Por questões regulamentares, não poderemos usar o Peugeot 3008 DKR Maxi. Mas, vamos com o de 2017, com uma pequena evolução no motor. Como haverá carros mais novos, não sabemos quão competitivos seremos", apontou o navegador francês.

O Dakar2019 disputa-se de 06 a 17 de janeiro, integralmente no Peru, com 10 etapas e cerca de cinco mil quilómetros de percurso.

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