“É sempre um motivo de orgulho, um prazer enorme fazer 200 jogos por um clube tão grande como o FC Porto, um clube que sempre me acolheu de uma forma muito especial e pelo qual tenho um grande carinho”, explicou o médio defensivo de 29 anos, citado pelos ‘dragões’ numa nota publicada no sítio ‘online’ do clube.

Atingida a marca no arranque da defesa do título da I Liga, o médio caminha para a sexta época ao serviço dos ‘azuis e brancos’, após a estreia em 2015, pela mão de Julen Lopetegui, num ano em que também se estreou na Liga dos Campeões.

Então, defrontou o Dínamo de Kiev em 16 de setembro, na Ucrânia, e cumpriu “um sonho” de jogar na prova naquele empate a duas bolas.

Depois de Aris (Grécia), por quem se estreou como sénior após formação no Estoril Praia e no Benfica, Parma (Itália) e Roda JC (Países Baixos), jogou no Marítimo e destacou-se ao ponto de seguir para o emblema portista, de que hoje é ‘capitão’.

Como marcos, ter sido “campeão nacional duas vezes e ganhar a Taça de Portugal”, entre golos e “momentos” que foi vivendo na formação do Porto, a que chegou já com a primeira das 39 internacionalizações ‘A’ (dois golos) cumprida.

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