Na última vez em que a histórica prova de estrada se disputa no outono – para o ano volta a correr-se em abril -, Yalemzerf Yehualaw ganhou com autoridade, em 2:17.26 horas, a três segundos apenas do recorde pessoal feito este ano em Hamburgo, em abril.

A etíope até teria conseguido esse recorde pessoal, não fosse uma queda sofrida a cerca de 10 quilómetros da meta, o que a atrasou um pouco.

Na frente desde o quilómetro 15, na companhia de Judith Korir, Sutume Kebede, Alemu Megertu e a campeã em título Joyciline Jepkosgei, Yehualaw acelerou para a vitória isolada depois do 33.º quilómetro.

Jepkosgei, a última a ceder, terminou 39 segundos depois da vencedora, ainda assim um tempo melhor do que registou em 2021, quando triunfou.

Amos Kipruto, de 30 anos, estreou-se da melhor forma em Londres, com triunfo em 2:04.39 horas.

O segundo foi o etíope Leul Gebresilase (2:05.23) e o terceiro o belga Bashir Abdi (2:05.19).

Kipruto já tinha no palmarés triunfos em Roma (2016) e Seul (2017 e 2019) e a medalha de bronze nos Mundiais de Doha, em 2019, mas faltava-lhe um triunfo numa maratona de ‘top’.

O etíope Sisay Lema, campeão em título, liderou de início mas só acabou em sétimo.

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