A Speedo, principal patrocinador do nadador norte-americano Ryan Lochte, anunciou esta segunda-feira o fim da relação com o atleta.

Em causa está o desenrolar de acontecimentos no Rio de Janeiro. Lochte afirmou ter sido assaltado - quando estava acompanhado por mais três atletas olímpicos -, durante uma viagem de táxi, depois de ter saído de uma festa. Mais tarde, e já nos Estados Unidos, o norte-americano alterou alguns detalhes do acontecimento, tendo dito que o assalto não aconteceu no meio da rua, mas sim numa bomba de gasolina.

No final, acabaram por chegar às mãos da polícia imagens da câmara de vigilância do posto de abastecimento, onde os quatro atletas tinham parado para irem à casa de banho. Veio a saber-se que, afinal de contas, os norte-americanos tinham destruído a casa de banho do posto. Quando confrontados pelo segurança local resistiram, e alcoolizados, voltaram a armar confusão. Mas, no final da noite, antes de regressarem para a Aldeia Olímpica, deram ao gerente da bomba algum dinheiro que tinham com eles. De forma a justificar a perda dessas centenas de dólares, os quatro nadadores disseram que tinham sido assaltados.

Após a verdade ter vindo ao de cima, Lochte veio admitir que tinha “exagerado” em relação a toda a situação e pediu desculpas.

Em comunicado a Speedo relembra a “relação positiva” de Ryan e o seu papel de destaque na equipa Speedo, no entanto, “não podemos aceitar um comportamento que contradiz os valores que esta marca apoia há muito tempo”, pode ler-se.

A Speedo vai ainda doar 50 mil dólares, que fariam parte do contrato de Ryan Lochte, à Save the Children, uma organização que ajuda crianças em dificuldades e que procura dar-lhes uma nova oportunidade de vida.

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