A reclamação da equipa francesa baseia-se em vários artigos do regulamento do Mundial da F1, que estipulam que uma equipe "deve usar apenas as peças projetadas para seus carros", que "mantém a propriedade intelectual enquanto correr na F1" e que no caso de terceirizar o design de algumas peças, elas não podem ser solicitadas "de um concorrente ou de um terceirizado de um concorrente".

As duas partes serão ouvidas pelos organizadores da corrida.

Nesta temporada, a Racing Point não se contentou apenas em comprar o motor e a caixa de mudanças da Mercedes. A equipa de Silverstone (Inglaterra) copiou a partir de fotos, segundo ela, elementos aerodinâmicos usados pela marca alemã no ano passado, algo que o regulamento não proíbe.

"O que fizemos é completamente legal", disse o diretor técnico da Racing Point, Andrew Green, durante os primeiros testes de pré-temporada em fevereiro do ano passado, uma versão corroborada pela Mercedes.

"É algo que queríamos fazer há muito tempo, mas que não tínhamos orçamento", e começou quando o Racing Point começou a usar o túnel de vento da Mercedes em maio de 2019, disse Green.

O desenvolvimento de um 'Mercedes rosa', o nome pelo qual os Racing Points deste ano foram nomeados devido à cor dos carros, permitiu que essa modesta equipa britânica alcançasse rivais com muito mais nome, como Renault e McLaren, incluindo superar o nível delas.

Na primeira corrida da temporada, no domingo passado, o piloto mexicano Sergio Pérez terminou em sexto lugar, o mesmo resultado que obteve neste domingo no Grande Prémio da Estíria, na Áustria.

No ano passado, no Grande Prémio do Japão, a Racing Point obteve, por meio de uma reclamação, a desclassificação das duas Renault.

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