“O novo Roland Garros já não é um projeto, é uma obra”, disse Bernard Giudicelle, numa entrevista, publicada hoje, ao diário francês Les Echos.

A otimização dos espaços e a modernização dos equipamentos serão algumas das prioridades desta obra, que deverá estar concluída em 2020.

Uma das obras mais significativas aponta ao ‘court’ central, Philippe Chartrier, que contará com mais 2.500 lugares e um teto retrátil.

O novo presidente da federação, eleito em fevereiro, explicou que este torneio do ‘Grand Slam’ inscreve-se em 80 por cento do orçamento anual da FFT e foi graças a ele que se investiu 380 milhões de euros no ténis gaulês nos últimos dez anos.

“A economia do torneio não é um simples negócio clássico. Engloba também as áreas culturais, gestão da marca, as audiências e a sua história”, disse Giudicelli.

Em fevereiro, a organização renovou contrato com o principal patrocinador da prova, o banco francês BNP paribas, por mais cinco anos, um acordo avaliado, segundo a imprensa, em 150 milhões de euros.

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