Colocado em prática em 2011, o ‘fair-play’ financeiro interdita os clubes participantes nas taças europeias de gastaram mais dinheiro do que geram na sua atividade desportiva, sob pena de sanções que podem ir até à exclusão desportiva.

No caso do clube campeão turco de futebol, a UEFA precisou que um “acordo negociado” em 13 de junho “continua em vigor até nova ordem”.

O acordo, que vigorará entre 2018 e 2022, prevê uma sanção negociada, mais precisamente uma “contribuição financeira” que pode ir até aos 15 milhões de euros, uma limitação no número de jogadores inscritos na UEFA e uma “limitação significativa nas despesas nos mercados de transferências”.

O controlo do cumprimento destas obrigações passa, na UEFA, por duas divisões, de instrução e julgamento, sendo que, hoje, a segunda devolveu o ‘dossier’ à primeira para um “exame mais aprofundado”.

No final de setembro, o Paris Saint-Germain também foi alvo de igual procedimento, depois de, no defeso de 2017, o clube ter despendido mais de 400 milhões de euros, nas contratações do brasileiro Neymar e de Kylian Mbappé.

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