“O meu contrato acabou no momento em que o árbitro deu o apito final”, afirmou Martino, de 60 anos, em Lusail, no Qatar, após o encontro da terceira jornada do Grupo C.

Foi o segundo Campeonato do Mundo do treinador argentino, que em 2010 levou o Paraguai aos quartos de final, na prova que decorreu na África do Sul.

“Eu sou o maior responsável por esta deceção e frustração. Isto causou tristeza a muita gente e assumo na totalidade a minha falha”, frisou.

Nos encontros de hoje, a certa altura, na ‘luta’ com a Polónia, o México estava a um golo do apuramento e eliminado por causa do critério disciplinar, mas um tento da Arábia Saudita, nos descontos, por Salem Al Dawsari, acabou com as dúvidas.

Antes, Henry Martín, aos 47, e Luis Chávez, magistral na cobrança de um livre direto, aos 52, tinham feito ‘sonhar’ os mexicanos.

“Foi o nosso melhor jogo. Criámos muitas situações de golo. Podíamos ter marcado mais, mas falhámos. E, estamos eliminados”, lamentou Martino, que em três anos no cargo levou o México à conquista de uma Gold Cup.

O antigo médio chegou também a liderar a Argentina, entre 2014 e 2016, já depois de ter passado pelo FC Barcelona, na sua única aventura no futebol europeu como técnico.

De resto, a nível de clubes, Martino foi campeão na Argentina, no Paraguai e nos Estados Unidos.

Porque o seu tempo é precioso.

Subscreva a newsletter do SAPO 24.

Porque as notícias não escolhem hora.

Ative as notificações do SAPO 24.

Saiba sempre do que se fala.

Siga o SAPO 24 nas redes sociais. Use a #SAPO24 nas suas publicações.