“A introdução do VAR na Liga das Nações representa um passo em frente para todas as pessoas que amam o futebol e o jogo limpo. O VAR é uma ferramenta fantástica para todos os árbitros, jogadores e treinadores, pelo que se deve alargar a todas as competições da UEFA”, afirmou o selecionador português, Fernando Santos, citado pelo organismo que rege o futebol europeu.

Portugal estreia-se na ‘final four’ frente à Suíça, na quarta-feira, às 19:45, sob arbitragem do alemão Felix Brych. Na outras meia-final da prova, Inglaterra e Holanda defrontam-se quinta-feira, em Guimarães.

Também após a comunicação do chefe da arbitragem da UEFA, Roberto Rosetti, o selecionador inglês, Gareth Southgate, recordou as “experiências positivas com o VAR no Mundial2018”, reconhecendo que, “na sua maioria, as decisões relevantes foram acertadas”.

“O propósito de usar o VAR é ajudar os árbitros, por isso, creio que tem sido uma ajuda. Nunca vamos conseguir um sistema isento de erros, mas as decisões chave, que são claras e óbvias, foram retificadas. E isso, para mim, é positivo”, acrescentou Southgate.

Já Ronald Koeman, selecionador holandês e antigo treinador do Benfica, identificou que “o VAR é uma boa ajuda para fazer o futebol mais justo e para que a maioria dos erros sejam corrigidos”.

“Se dispomos de meios técnicos para apoiar os árbitros no seu trabalho, devemos fazer deles o melhor uso possível. No entanto, é importante que, no final, seja uma decisão humana e não uma máquina”, sublinhou o selecionador da Suíça, Vladimir Petkovic.

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