“A Road Runners [organismo responsável pela competição] e a cidade de Nova Iorque decidiram, em conjunto, cancelar a maior maratona do mundo devido a preocupações relacionadas com o coronavírus. Desta forma, estamos a proteger a saúde e a segurança dos corredores, dos espetadores, dos voluntários, dos trabalhadores e dos parceiros e comunidades que apoiam e trabalham neste evento”, informa a organização, em comunicado.

Disputada pela primeira vez em 1970, a maratona de Nova Iorque só por uma vez tinha sido cancelada, em 2012, devido à passagem do furacão Sandy. Na altura, a corrida foi cancelada apenas dois dias antes da data agendada.

Os festejos da 50.ª edição da competição ficam assim adiados para 2021, estando, para já, agendada para 07 de novembro.

Das seis principais maratonas do calendário, a de Boston (20 de abril e depois 14 de setembro) e a de Berlim (27 de setembro) foram também canceladas devido à pandemia da covid-19. Em agenda continua a prova de Londres (04 de outubro) e de Chicago (11 de outubro).

A maratona de Tóquio ainda se realizou, em 01 de março, e foi vencida por Birhanu Legese, da Etiópia, na prova masculina, e Lonah Salpeter, do Quénia, na prova feminina.

Após a declaração de pandemia, em 11 de março, as competições desportivas de quase todas as modalidades foram disputadas sem público, suspensas, adiadas – Jogos Olímpicos Tóquio2020, Euro2020 e Copa América - ou mesmo canceladas.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 477 mil mortos e infetou mais de 9,2 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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