“Sinto-me bem fisicamente. Não tenho nenhum problema”, afirmou o atacante do Paris Saint-Germain (PSG), na véspera da estreia da seleção ‘albiceleste’ no Mundial contra a Arábia Saudita.

O ‘astro’ sul-americano considerou que o atual grupo o faz lembrar o plantel de 2014, quando a Argentina chegou à final no Mundial do Brasil, perdendo o jogo da decisão frente à Alemanha.

“Não sei se melhorámos [face ao Mundial de 2018, na Rússia], mas viemos de uma vitória [Copa América] e isso descomprime muito e dá mais tranquilidade, deixa-nos trabalhar de uma forma diferente, e as pessoas não estão tão em cima e à espera dos resultados”, apontou o jogador, acrescentando que considera a atual formação argentina “muito parecida” com a de 2014 .

Segundo Messi, a Argentina conta com “um grupo unido, que sabe o que está a fazer dentro de campo” e isso dá “confiança”.

O avançado, de 35 anos, garantiu que o Mundial do Qatar será “diferente” dos outros quatro que disputou na carreira, porque “é realizado noutra altura da temporada, com menos tempo de preparação”, mas destacou que “um Mundial é sempre especial”.

O jogador afirmou que não fez nenhuma preparação especial para esta competição e que se limitou a tentar acumular o máximo de minutos possíveis com o seu clube.

“Senti-me mais confortável com mais minutos e foi o que tentei, não fiz nada de especial, trabalhei como fiz toda a minha carreira. Com certeza é o meu último Campeonato do Mundo, a minha última chance de realizar o sonho que todos temos”, vincou.

A realizar uma boa temporada, quer no clube, quer na seleção, Messi não considerou estar a viver o melhor momento da carreira, mas assumiu estar “mais maduro”, o que lhe permite “aproveitar melhor o presente, vivendo cada momento ao máximo”.

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