“Não fiquei contente com o sexto lugar. Acredito que podia ter feito muito melhor. O objetivo era a primeira linha da grelha, mas fomos todos afetados com as bandeiras amarelas a duas voltas do final”, explicou o piloto de Almada.

Miguel Oliveira mostrou-se, por isso, “desapontado por circunstâncias” fora do seu controlo “terem afetado” a posição de partida para a corrida de domingo.

“Preferia sair da primeira linha, mas, não sendo possível, fazemos o trabalho saindo da segunda”, frisou o piloto português da KTM, que espera “uma corrida dura, muito longa”.

“As últimas 10 voltas serão cruciais porque vai haver muito desgaste do pneu traseiro. Espero posicionar-me bem nas primeiras 15 voltas. O ideal seria sair da frente, mas assim tenho de improvisar um pouco e manter-me fora das lutas que me poderão fazer desgastar o pneu e esperar pelo melhor”, explicou Oliveira, que concluiu dizendo acreditar que “pode ser uma grande corrida” no domingo.

O piloto português parte da sexta posição da grelha, depois de hoje ter feito a sua melhor volta em 1.20,689 minuto, terminando a 0,353 segundos do mais rápido, o francês Johann Zarco (Ducati).

O Grande Prémio da Alemanha de MotoGP é a oitava prova da temporada de 2021. O piloto luso chega à prova germânica na sétima posição, com 54 pontos, a 60 do líder, que é Quartararo.

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