“Deixou uma boa impressão em todos no ‘paddock'”, disse Miguel Oliveira, citado pela própria equipa no anúncio oficial da contratação do novo responsável.

Brivio conquistou já cinco títulos mundiais de pilotos e quatro de construtores com duas equipas diferentes (Yamaha e Suzuki), tendo, também, passado pela Fórmula 1, com a Alpine, entre 2021 e 2022.

“Aconteceu tudo muito depressa. Agora, o principal foco é dar o máximo apoio aos nossos dois pilotos [Miguel Oliveira e Raul Fernandez]”, disse o italiano, que já foi chefe de equipa de Valentino Rossi na Yamaha.

Hoje, no terceiro e último dia de testes na Malásia, Miguel Oliveira foi o 18.º classificado, a 1,318 segundos do mais rápido, o italiano e bicampeão Francesco Bagnaia (Ducati), que pulverizou o recorde do circuito.

Bagnaia rodou em 1.56,682 minutos, deixando o espanhol Jorge Martin (Ducati) na segunda posição, a 0,172 segundos, com o italiano Enea Bastianini (Ducati) em terceiro, a 0,244.

O anterior recorde datava de 2023 e estava cifrado em 1.57,491 minutos.

Nota ainda para o facto de quatro pilotos, todos da Ducati (aos três primeiros soma-se o espanhol Alex Márquez) que fizeram tempos abaixo do segundo 56.

O espanhol Marc Márquez, que este ano trocou a Honda pela Ducati privada da Gresini, rodando com uma mota de 2023, terminou o dia na sexta posição, a 0,6 segundos de Bagnaia.

A maioria dos pilotos preferiu arriscar tempos rápidos logo no início do dia, devido à previsão de mau tempo à tarde, aproveitando, depois, para fazer simulações de corrida.

A próxima bateria de testes decorre em 19 e 20 de fevereiro, no Qatar.

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