Na Maia, o campeão olímpico de 2008 ficou-se pelos 15,93 metros, numa prova conquistada por Tiago Pereira com 16,23, enquanto Pedro Pichardo, que estava inscrito, acabou por não competir.

Em termos de apuramento olímpico, tudo se manteve igual: Pichardo já tem os mínimos atingidos, enquanto Évora e Pereira estão dentro da lista de atletas a serem repescados por ‘ranking’.

A posição de Nelson Évora no ‘ranking’ continua confortável, mas é feita com resultados de 2018 e 2019, nomeadamente o título de campeão europeu, em Berlim2018.

Aos 37 anos, o mais medalhado dos atletas lusos ainda em atividade prescindiu este ano da época de inverno e começou apenas há duas semanas, em Alicante, no Nacional de Clubes de Espanha, com 14,76 metros.

Apesar de progredir mais de um metro, a marca de hoje coloca-o como distante terceiro português do ano, depois de Pichardo (17,69) e Pereira (16,97).

Desde 2002, quando ainda era júnior, que Évora não saltava tão pouco, o que não tem impedido de apontar como objetivo a quarta participação olímpica (desde 2004, só esteve ausente em 2012).

“Apesar de já há muitos meses estar a preparar-me para os Jogos Olímpicos, esta semana começa oficialmente a minha época desportiva”, escreveu nas redes sociais, em véspera da prova de Alicante, reforçando que é a época que vai anteceder “a última participação olímpica”.

Hoje, escreveu: “O grande desafio deste ano será Tóquio. Cada treino que faço coloca-me mais perto deste objetivo”.

“Como tem sido sempre a minha postura, vou levar para Tóquio o sorriso, a leveza e a boa disposição de quem sempre lutou para honrar o nome de Portugal por este mundo”, acrescentou.

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