Depois de quase 15 anos sem grandes alterações, o novo código da FIFA - desenvolvido após consulta das seis confederações de futebol e outras entidades relacionadas - introduz modificações significativas em áreas como o racismo e a discriminação que, segundo o organismo, colocam a entidade liderada pelo suíço Gianni Infantino "na linha da frente do combate a este ataque aterrador aos direitos humanos fundamentais".

A FIFA estipulou castigos mais pesados para jogadores e outros responsáveis que se envolvam em abusos racistas, duplicando de cinco para 10 jogos o período de suspensão, e vai criar painéis de juízes para ouvirem as vítimas de racismo e discriminação.

Paralelamente, também vão ser alargadas as sanções ao nível das transferências, com os clubes a poderem ser impedidos de contratar e inscrever jogadores caso tenham dívidas a jogadores, treinadores ou a outros clubes.

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