“Uma edição especial e única, com as listras tortas, inspiradas na curvatura das pernas do Mané. Mas não era só isso que o tornava tão diferente dos demais. Dentro de campo, Garrincha era um verdadeiro acrobata. Uma máquina - torta - de entortar adversários. Ou, simplesmente, a alegria do povo. Principalmente, do povo brasileiro e botafoguense”, refere o emblema do Rio de Janeiro, no site oficial.

O ‘anjo das pernas tortas’ representou o Botafogo durante 12 anos, ente 1953 e 1965, período que o elevou a maior figura da história do clube carioca, pelo qual disputou mais de 300 jogos e marcou 102 golos.

Garrincha jogou ainda pela seleção do Brasil em 50 ocasiões e anotou 12 golos, tendo alinhado pelo ‘escrete’ nos mundiais de 1958, 1962 e 1966.

Manuel Francisco dos Santos, conhecido no mundo do futebol como Mané Garrincha, morreu em 20 de março de 1983, com 49 anos, em consequência de problemas de alcoolismo.

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