No documento, a FIFA destaca que, apesar de existir um retorno a alguma normalidade, o número de transferências manteve-se baixo no passado mercado de verão, sensivelmente ao nível de 2020, consequência ainda da pandemia de covid-19.

No total, a FIFA revela terem-se registado 7.748 transferências, praticamente o mesmo número registado em 2020 (7.771), depois de nos três anos anteriores estes terem sido sempre superiores, culminando em 2019 com 9.092.

Com a Europa no topo das várias categorias, Portugal entra no ‘top-10’ em várias delas, com destaque para a dos jogadores transferidos para o estrangeiro, na qual é o segundo, com 390, apenas atrás da dominadora Inglaterra (494), líder em quase todos os parâmetros.

Apesar de ser um dos principais exportadores de jogadores, Portugal perde alguns lugares na lista no que respeita a receitas, sendo nono, com 135,9 milhões de dólares (113,7 milhões de euros), numa lista liderada pela Alemanha, com 462,7 (389,8 ME).

Portugal ocupa ainda o quarto lugar na categoria de entrada de jogadores (309), sendo oitavo na lista dos que mais gastam, com 75,4 milhões de dólares (63,5 ME).

A aposta da FIFA no futebol feminino mereceu igualmente destaque no documento, uma vez que se mantém a tendência de aumento de clubes, o que leva também ao aumento do número de transferências.

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