O Brighton anunciou que autoriza “um acesso restrito a terrenos exteriores (…) aos jogadores da primeira equipa, para treinos individuais facultativos”.

“Os jogadores devem fazer uma reserva e ser-lhes-á atribuído um horário e uma parte do relvado para treinar”, esclarece o clube, que enfatiza a garantia do cumprimento escrupuloso do distanciamento social.

Já o West Ham indicou que os jogadores que vivem em apartamentos ou não tem acesso a grandes espaços para os exercícios físicos estão autorizados a ir treinar ao clube.

“O acesso será limitado a um jogador de cada vez e todas as sessões serão realizadas conforme as diretivas do Governo”, vincou um porta-voz.

O Arsenal indicou que os atletas podem ir ao seu centro de treinos, mas sob vigilância restrita.

Outros clubes como o Bounemouth, Burnley, Crystal Palace ou Sheffield United preparam igualmente o regresso progressivo dos seus atletas ao trabalho.

O Reino Unido tem até ao momento registados 20.732 óbitos e 152.840 casos de infeção.

Segundo a imprensa britânica, a ‘Premier League’ está a tentar o regresso à competição a 08 de junho, com jogos à porta fechada e número limitado de estádios, para diminuir os riscos de propagação do novo coronavírus.

O regresso oficial aos treinos está fixado para 18 de maio, dando aos clubes três semanas para se preparar para disputar os desafios em falta.

O Liverpool prepara-se para celebrar um título que lhe foge há 30 anos — será o 19.ºdo seu historial — pois tem 25 pontos de vantagem para o Manchester City, que tem um jogo a menos, porém os lugares para as competições europeias e as descidas de divisão estão por definir, cumpridas 29 jornadas.

O regresso do futebol é acompanhado por outras modalidades como o râguebi ou críquete, o que, segundo o The Times, vai contribuir para melhorar o moral dos britânicos.

Sexta-feira os clubes vão reunir-se por videoconferência para tratar de um conjunto de questões jurídicas, como os contratos dos futebolistas que terminam a 30 de junho, antes do fim da época.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 206 mil mortos e infetou quase três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Perto de 810 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 928 pessoas das 24.027 confirmadas como infetadas, e há 1.357 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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