A ausência do suíço anunciada hoje pela organização, um dia após a derrota com Alexander Zverev na final do Masters 1000 de Montreal, garante a Nadal, segundo na hierarquia e ausente do primeiro lugar desde 2014, a subida ao topo da tabela mundial, uma vez que o líder, o britânico Andy Murray, iria perder o lugar para um dos dois veteranos.

O britânico também está de fora em Cincinnati, a contas com uma lesão na coxa, e o terceiro classificado pretende poupar-se para o último ‘grand slam’ da temporada, o Open dos Estados Unidos, que arranca a 28 de agosto.

“Sempre gostei de jogar aqui. Cincinnati tem os melhores adeptos do mundo e tenho pena de os falhar”, apontou o suíço de 36 anos, que sofre de problemas nas costas.

Esta temporada, Federer venceu dois torneios do ‘grand slam’, o Open da Austrália e Wimbledon, tendo feito uma época de gestão de esforço com os torneios de terra batida, depois de ter sofrido uma lesão num joelho em 2016, que o obrigou a ser operado e a falhar o torneio olímpico no Rio de Janeiro.

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