No leilão, realizado no Bingo da Amadora, a administração liderada por Paulo Lopo fez uma proposta de 750 mil euros pelo estádio e 1,5 milhões de euros (ME) pelo campo de treinos e Bingo, num total de 2,25 ME, abaixo do valor mínimo de venda, de 5,1 ME.

Os representantes do clube amadorense tiveram a oposição de um outro licitador, que não quis revelar a identidade à comunicação social presente no local, mas conseguiram uma primeira ‘vitória’ no processo de aquisição do complexo desportivo da Reboleira.

Na primeira fase do leilão, tentou-se a venda dos bens na globalidade, com um valor mínimo de 5,1 ME, mas nenhuma licitação foi feita, o que levou à segunda fase, verba a verba. O estádio, com um valor mínimo de 2,1 ME, também não recebeu propostas.

Quando o recinto foi aberto para licitações abaixo do valor mínimo de venda, e depois de várias propostas, a SAD do Estrela da Amadora não encontrou resposta por parte do outro licitador quando ‘lançou’ o valor de 750 mil euros, o mesmo acontecendo na venda do campo de treinos e do Bingo, quando licitou 1,5 ME, depois de ninguém ter feito qualquer oferta com o valor mínimo fixado para esta verba, assente nos três ME.

Desta forma, como os valores se cifram abaixo do pretendido, esta aquisição terá de ser sujeita ainda à aprovação da comissão de credores, tendo o Estrela da Amadora apresentado um requerimento para poder continuar a usufruir do complexo enquanto não houver decisão definitiva, pois hoje é o último dia do contrato de arrendamento.

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