“Estranharemos a ausência de Nadal e Federer, mas todos os outros jogadores importantes estarão aqui e têm hipóteses de vencer. Se terei mais hipóteses de ganhar porque o Rafa e o Roger não estão, realmente não sei”, afirmou Djokovic, citado pela ATP.

O sérvio, que em 2018 venceu o torneio de Cincinnati e entrou para a história como o primeiro tenista a vencer os nove Masters 1.000 do circuito, afastou o estatuto de favorito, admitindo que não sabe como se vai sentir no ‘court’, após tantos meses de ausência.

Djokovic, que em junho anunciou ter testado positivo à covid-19 depois de ter participado, na Croácia, num torneio de ténis que ele próprio organizou, procura a terceira vitória da época, depois de ter vencido o Open da Austrália e o torneio do Dubai.

“Voltei ao ambiente no qual me sinto mais confortável”, afirmou o sérvio, que se estreará frente ao vencedor do encontro entre Tommy Paul e Ricardas Berankis no torneio de Cincinnati, que está a ser disputado em Nova Iorque e onde o português João Sousa foi afastado no ‘qualifying’.

Nadal, segundo da hierarquia mundial, decidiu não competir nos Estados Unidos devido à atual situação sanitária provocada pela pandemia de covid-19, e Federer, terceiro do ‘ranking’, está a recuperar de uma lesão num joelho.

A competição do quadro principal do Masters 1.000 de Cincinnati, prova que marca o regresso de circuito masculino, começa hoje em Flushing Meadows.

Entre 31 de agosto e 13 de setembro o complexo nova-iorquino recebe o US Open.

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