“Como um símbolo da resiliência da humanidade e unidade global na superação da covid-19, elogiamos a determinação do Japão em sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Tóquio 2020 no próximo ano”, referiram os chefes de Estado e de Governo das 20 nações mais ricas do mundo na declaração final.

Na mesma, foi assumida ainda a “ansiedade” para que cheguem igualmente a bom porto os Jogos Olímpicos de Inverno Pequim2022.

O presidente do Comité Olímpico Internacional, o alemão Thomas Bach, foi um dos convidados do evento e recordou que o desporto “pode salvar vidas”.

“Durante esta crise do coronavírus, todos vimos como o desporto é importante para a saúde física e mental”, vincou, salientando o trabalho de cooperação com as Nações Unidas e Organização Mundial da Saúde (OMS) para ajudar na crise e “contribuir para uma campanha mundial de vacinação”.

Do mesmo modo, o dirigente realçou a importância de haver “maior solidariedade” na era pós-covid, assegurando que em Tóquio2020 vão competir 206 comités olímpicos no que será uma “forte mensagem de solidariedade, resiliência e unidade da humanidade em toda a nossa diversidade”.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, prometeu trabalhar para que os Jogos sejam “um símbolo de esperança no mundo”.

Finalmente, o primeiro-ministro japonês, Yoshihide Suga, destacou a “determinação” de Tóquio em receber o evento que, garante, será “seguro” e “um símbolo de que a humanidade superou o vírus”.

A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.381.915 mortos resultantes de mais de 58,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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