Em 28 de março fecharão o balcão do BPI na Rua Infante D. Henrique, no Porto, e o balcão Chelas, em Lisboa, estando os clientes a ser informados das agências para as quais as suas contas passarão.

O BPI já vem reduzindo o número de balcões há vários anos, um processo que desacelerou mais recentemente, mas que não estancou.

No final de 2017, o BPI tinha 431 balcões em Portugal, menos 14 do que os 445 de 2016. O BPI tinha ainda, em dezembro passado, 39 centros de investimento e 35 centros de empresas, no total de 505 unidades comerciais, segundo dados do próprio banco.

Contudo, é de referir que na redução de agências em 2017 está integrada o fecho de sete na sucursal de França (que são contabilizados pelo banco na operação em Portugal).

Quanto a trabalhadores, saíram no ano passado 594 pessoas, tendo o banco que pertence ao grupo espanhol CaixaBank 4.931 funcionários em Portugal em dezembro passado.

A redução de agências e de trabalhadores tem sido comum a muitos bancos, e não deverá ficar por aqui, quer devido à necessidade de reduzirem custos para melhorarem a rentabilidade, quer devido ao processo de digitalização e automação da indústria bancária que reduzirá a necessidade de funcionários e de balcões presenciais.

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